Friday, May 4, 2012

aemulation

Studi di sfondo basato nel pennello Forks | Wet Centipede.
Já faz alguns anos que venho estudando as técnicas pictóricas no computador, procurando achar o justo equilíbrio entre aquilo que é possível fazer no meio digital e daquilo que acontece no mundo real.
Eu acho muito difícil falarmos de emulação sem pensar que quase tudo que fazemos em parte é também emulação... mesmo quando estamos fazendo o dropping à Pollock... em verdade estamos procurando emular algo que está na nossa mente, as vezes um bocado escondida...
Desde 2008 venho desenvolvendo um projeto para o GIMP, são pinceis capazes de resolver algumas das minhas necessidades de emular algumas técnicas, como aquarela, o arranhado de certos velhos pinceis, etc. É certo que muitos destes pinceis dinâmicos nasceram de exigências próprias, outros frutos da curiosidade... mas é curioso que cada vez que me aproximo da solução de uma dada técnica, esta mesma solução me leva longe da técnica emulada. Isto porque como sempre, seja no mundo virtual que naquele real os instrumentos de trabalho são mais versáteis do que imaginamos. Não é um pincel de sumiê que vai ditar se a técnica resultante do manejo do pincel vai ser um sumiê, mas sim a padronagem e habilidade do 'artista'. Não é dito que com uma brocha de pintura de muro nós não possamos realizar igualmente um sumiê.
No computador nós trabalhamos com instrumentos diferentes e procurar emular padrões de técnicas pictóricas clássicas quase sempre se traduz em uma derrota, as vezes parcial... as vezes estamos perto mas não faz muito sentido, pois o instrumento é outro e os efeitos também serão outros... então eu me pergunto? Porque então nos limitarmos à mimica do tradicional e do Déjà vu?
O grande segredo desta busca, eu penso, talvez esteja no compromisso de conviver com coisas que recordam as tradicionais técnicas pictóricas em suportes reais (papel, tela, madeira, etc.) e aquelas novas  que conseguimos digitalmente (as vezes em modo premeditado, as vezes em modo inusitado).
Ao se trabalhar digitalmente, precisamos ter em mente que como no mundo o real o bom gosto, o equilíbrio, a boa composição, o estudo das cores, o movimento, o ritmo e a forma são coisas a serem usadas sempre com leveza e 'educação'.
Hoje organizando a coleção de pinceis digitais... eu comecei a brincar com um pincel da série Centipede, que foi pensado inicialmente para imitar alguns aspectos do fluxo da tinta na aquarela. A verdade é que ele parece resolver sim algumas coisas... mas ao mesmo tempo é capaz de ir alem e as vezes até na direção oposta... e daí a gente percebe que neste universo nós precisamos é sim nos habituarmos ao imprevisível!

[Italiano]
È già da qualche anni che vengo studiando le tecniche pittoriche al computer, cercando di trovare il giusto equilibrio tra quello che è possibile fare al computer e quello che in realtà succede nel mondo reale.
È difficile parlare di emulazione senza pensare che tutto quello che facciamo è per certi versi anche emulazione... anche quando stiamo facendo il dropping come Pollock... in verità stiamo cercando de emulare un universo che ci sta in mente.
Da anni lavoro su un progetto per un programma opensource, il GIMP, per creare dei pennelli capaci di risolvere alcuni delle mie necessità per emulare alcune tecniche, come quella dell'acquarello... infatti ogni volta che mi avvicino alla soluzione mi porto sempre più lontano da quello che si capisce come acquarello o qualsiasi altra tecnica.
Al computer lavoriamo con strumenti differenti e cercare questo compromesso è quase sempre una sconfitta... possiamo avvicinarci, ma allo stesso tempo non fa molto senso, visto che gli strumenti sono altri e gli effetti anche saranno altri. Il gran segreto sta nel compromesso di convivere con cose che ricordano le tecniche pittoriche su supporti reali e quelle nuove tecniche e effetti che riusciamo al computer, quasi sempre in modo imprevisto o inusitato.
Oggi organizzando il lavoro per questa collezione di pennelli digitali, mi sono messo a giocare con un pennello chiamato Centipede (cento piedi letteralmente), inizialmente pensato ad alcuni aspetti del flusso di inchiostro nell'acquarello. La verità è che sto vicino ma allo tempo lontano di riuscirci nell'impresa... comunque sia vado scoprendo che in questo universo bisogna abituarsi con l'imprevedibile!

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